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Transformes - 1984 Destaque

Encomendada pela empresa americana Hasbro para divulgar sua nova linha de brinquedos, o desenho Transformers  foi lançado em 1984  e se tornou a febre entre a garotada da época. Assim como TUDO em Transformers, este desenho possui algumas divergências e contradições, pelo fato de parte da série ter sido produzido pelos americanos e parte pelos japoneses. Por ironia, a série demorou um pouco para ser transmitida no Japão, e quando isto aconteceu os executivos da Takara não gostaram muito do que viram e pediram para uma produtora refazer alguns capítulos. As diferenças da versão americana com a japonesa são gritantes, sendo que os capítulos japoneses eram melhor produzidos. Os americanos produziram os desenhos até 1987, referente a quarta temporada que, aliás, possui apenas alguns capítulos. Deste ponto em diante, os japoneses passaram a produzir a série.

Mas a série não durou muito. O desenho passou a dar pouco lucro e resolveram seguir apenas com o mangá. O último desenho produzido foi o OVA Transformer: Zone (1990), ficando um bom tempo sem locorrer qualquer lançamento. Por causa desta pausa, os desenhos da primeira série até Zone são conhecidos como Generation 1 (G1). Em 1993, nos EUA, houve uma tentativa de reviver o desenho animado, lquando houve o lançamento de Transformer: Generation 2, um resumo da G1, apresentados pelos personagens da época, com alguns efeitos em 3D. Mas está série não foi muito bem aceita, encerrando de vez a série animada.
Porém, em 1996, a empresa americana Mainframe Entertainment Inc. apresentou a Hasbro um projeto inovador para a série em que seria mutilizados apenas desenhos em 3D e animais. A Hasbro aprovou o projeto e lançou a série Beast Wars, um dos maiores sucessos de Transformers.
Um ano depois, ela passou a ser transmitida no Japão mas foi encerrada logo na primeira sessão (no episódio Other Voices), pois eles não gostaram muito e resolveram lançar, em 1997, um desenho em 2D chamado Beast Wars: The Second, seguindo uma realidade paralela da versão americana. O sucesso foi tanto que rendeu um movie e uma continuação em 1998, chamada Beast Wars Neo. Porém, os brinquedos lançados pela série americana fizeram muito sucesso, fazendo com que os japoneses exibissem, em 1999, o restante de Beast Wars, mas com o nome de Beast Wars Metals.
Nos EUA, a série seguiu até o final sendo reprisada infinitas vezes no Cartoon Network. Em 2000, foi lançada a continuação Beast Machines (Beast Wars Returns no Japão) e o desempenho desta série foi muito satisfatório, fazendo com que ambas as empresas voltassem a produzí-la.
Em 2001, foi lançada no Japão a série CarRobots que segue uma temática diferente, completamente (ainda mais) direcionada ao público infantil, seguindo uma realidade alternativa. Está série também foi transmitida nos EUA como Robots In Disguise (RiD) pelo canal de TV paga Fox Kids e, no Brasil, também pela Fox Kids e Rede Globo.
Em 2002 foi lançada nos EUA a série Armada, com a mesma temática da série anterior mas com um apelo comercial maior, trazendo robozinhos para colecionar. Mais tarde, esta série passou a ser transmitina no Japão com o nome de Micron Legends. Porém, os japoneses não gostaram da qualidade de várias cenas, que acabaram sendo refeitas e inseridas no desenho.
Em 2004 foi lançada no Japão a série Super Link que firmaria um novo conceito de animação, unindo estilos 3D com 2D. Nesta série, a novidade é que alguns Autobots possuem a capacidade de se unir. Essa novidade é muito questionável, pois o conceito já havia sido utilizado durante a série Victory com os componentes da Multiforce. Nos EUA, eela foi chamada de Energon.
Em 2005 foi lançada no Japão a série Galaxy Force que segue o mesmo conceito de animação da série anterior. Nesta série, o apelo comercial fica por conta de umas chaves que, ao serem conectadas nos robôs, liberam recursos especiais. Nos EUA foi chamada de Cybertron..
No final de 2007 foi lançada a série Transformers: Animated no Cartoon Network Americano, que chegou ao Brasil em Junho de 2008. From Wikipedia. Tradução/adaptação live: Vitor Pinheiro.

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